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Composição: Warrel Dane
Além do Interior
"Bem vindo a decadência"
Bem vindo milênio, a decadêcia do planeta ódio
Bem vindo ao fim meu amigo, ao palco do mundo
Bem vindo ao futuro, o mundo esta negro não tem volta
Para as consequencias da ignorancia
Bem vindo a decadência
Além do interior, inativo, inacesivo
Crie o passado, sem a existencia de fabulás
Bem vindo a decadência
Tensão, delirio, crescendo a cada dia
Outro suicidio choca o mundo novamente, e eu assisti apatico
Sangre até amanhã, todo aquele que não acreditar em mim
Bem vido a decadência
Além do interior, inativo, inacesivo
Crie o passado, sem a existencia de fabulas
Bem vindo a decadência
Posso te trazer novamente aqui pra baixo, posso te fazer sentir?
Posso ir ai em cima com você em uma viagem surrealista?
Posso provar o choque do futuro, renegando a todos os jogos?
Você sabe meu nome? Você sabe meu numero?
Me desfazendo sob estranhas constrições, Senhor Visionario Ordinário
Bem vindo ao milênio, à decadência do planeta ódio
Bem vindo ao fim meu amigo, ao palco do mundo
Bem vindo ao futuro, o mundo está negro e não tem volta
Para as consequências da ignorância
Bem vindo a decadência
Além do interior, inativo, inacesivo
Crie o passado, sem a existencia de fabulas
Além do interior, inativo, inacesivo
Crie o passado, sem a existencia de fabulas
Bem vindo a decadência da sanidade de um homem

NEVERMORE-BIOGRAFIA
Fundado por dois remanescentes do extinto Sanctuary, o Nevermore é outra das grandes bandas da atual geração do metal. O vocalista Warrel Dane e o baixista Jim Shepperd continuaram em busca de um estilo musical que fosse poderoso e melódico após o fim da antiga banda, que lançou os clássicos "Refuge Denied" e "Into The Mirror Black". Os fãs do Sanctuary ficaram orfãos de um grupo excelente, mas eles e o restante do público headbanger ganharam outra banda fantástica. O primeiro disco, auto-intitulado, foi lançado em fevereiro de 1995 e chamou a atenção da mídia especializada em todo o mundo. Uma tour abrindo para o Blind Guardian na Europa e outra nos Estados Unidos com o Death, além da performance no prestigiado festival Dynamo Open Air, na Holanda, diante de uma multidão de 100 mil pessoas confirmaram a qualidade do grupo. Na sequência vieram o EP "In Memory" e o segundo disco, "The Politics Of Estasy", que mostrou uma evolução musical muito grande. Nesta fase a banda escursionou com o Iced Earth para outra vitoriosa série de shows. Mesmo com o Nevermore crescendo no cenário, o guitarrista Pat O'Brien demitiu-se para tocar no Cannibal Corpse. Isto abriu as portas para Tim Calvert (ex-Forbidden), que gravou o já clássico "Dreaming Neon Black", cuja tour incluiu o Flotsam & Jetsam. Em 2000, "Dead Heart In A Dead World" chega às lojas via Century Media Records e é tido como um dos melhores álbuns do ano. Com profução de Andy Sneap, o disco transpira peso e melodia, fazendo com que o Nevermore conquistasse muitos novos fãs. O resultado disso foi uma extensa turnê, que passou inclusive pelo Brasil, onde os norte-americanos dividiram o palco com o Krisiun. Warrel Dane e companhia prometeram "Enemies of Reality", o novo trabalho do grupo, ainda para 2003. | ||
Composição: Desconhecido
Portões do Cemitério
O reverendo virou para mim
Sem uma lágrima nos olhos
Nada novo para ele ver
Eu não lhe perguntei por que.
Eu me lembrarei
O amor que nossas almas tiveram
Jurado criar
Agora eu assisto a chuva caindo
Tudo que minha mente pode ver
Agora é seu (face)
Bem eu acho
Você levou minha juventude
Eu dei tudo
Como o nascimento de uma
alegria nova encontrada
Este amor terminaria em raiva
E quando ela morreu
Eu não pude chorar
O orgulho dentro de minha alma
Você me deixou incompleto
Todo só como
Recordações desdobradas agora
CORO:
Acredite na palavra
Eu destrancarei minha porta
E passarei os
Portões do cemitério
Às vezes quando eu estou só
Eu desejo saber em voz alta
Se você está me assistindo de cima
em algum lugar longe
Eu tenho que inverter minha vida
Eu não posso viver no passado
Então fixo minha alma livre
Corresponda afinal a mim
Por todos esses
Anos complexos
Eu pensei que eu estava só
Eu não me preocupei em olhar ao redor
E fiz disto meu próprio mundo
E quando ela morreu
Eu deveria ter chorado e deveria ter me evitado um pouco de
dor...
Deixado-me incompleto
Todo só como as recordações que ainda permanecem
O modo que nós éramos
A chance para salvar minha alma
E minhas preocupações são agora em vão
Acredite na palavra
Eu destrancarei minha porta
E passarei os
Portões do cemitério

PANTERA-BIOGRAFIA
Embora o Pantera tenha ficado conhecido como uma banda de Thrash Metal, com letras violentas, carregadas de crítica, convém dizer que durante a década de 80 não passavam de mais um grupo Glam da Califórnia. Isso mesmo! Glam, com visual andrógino, maquiagem, roupas extravagantes no melhor esquema “Poison”.
Diamond Darrel Abbott, Rex Rocker Brown e Vinnie Paul Abbott começaram a tocar juntos numa banda de jazz, posteriormente adicionando distorção com Terry Glaze nos vocais. Seguindo a linha “Hard Rock Farofa”, lançam durante a década de 80 os álbuns “Metal Magic”(83), “Projects in the Jungle” (84) e “I am the Night”(85). Nenhum deles, porém, obteve grande repercussão.
Os rumos do som da banda começaram a mudar com a saída do vocalista Terry Glaze e sua substituição por David Peacock, e posteriormente por Phil Anselmo, o que colocaria o Pantera definitivamente na trilha do Metal pesado. A transição de estilos foi feita com “Power Metal”(88), que foi um sucesso de vendas.
Abandonaram de vez o visual afeminado, e gravam em 1990 “Cowboys from Hell”, que ainda com mais peso, projetaria Phil Anselmo como um dos mais potentes vocalistas da década.
Obtiveram repercussão mundial com o álbum “Vulgar Displayer of Power”, de 1992, considerado por muitos o melhor trabalho do grupo. O single “Mouth for War” foi o primeiro de uma banda de Metal a atingir o topo da lista da Billboard.
Em 1994, “Far Beyond Driven” trazia composições um pouco mais lentas mas não menos pesadas e estréia no primeiro lugar nos EUA. O destque fica por conta dos riffs e solos poderosos de Darrel, que já era considerado um dos melhores guitarristas de todo o mundo no estilo.
Dois anos depois, o agressivo “The Great Southern Trendkill” atacava a mídia, citando inclusive a MTV americana e repudiava de forma solene os modismos do cenário “independenete” da época. Provando que não estavam para brincadeiras, recusaram-se a dar entrevistas para revistas consagradas como a Spin e a Rolling Stone.
O primeiro registro ao vivo veio logo depois com “Official Live 101 Proof”, segundo os próprios integrantes “para que os fãs tivessem algo de qualidade e não comprassem mais produtos piratas”.
Produzido por Dimebag Darrel e Vinnie Paul, é lançado em 2000 o álbum “Reinventing the Steel”, ainda mais pesado e com linhas de guitarra e bateria muito bem trabalhadas. A faixa “Goddamn Electric” conta inclusive com a participação do guitarrista Kerry King do Slayer, outro ícone da música pesada.
Muitos boatos, no entanto, começaram a circular a respeito sobre um possível fim do Pantera. Em 2003, o vocalista Phil Anselmo afirmou que a banda não acabou, mas que eles vão tirar alguns anos de férias e talvez voltem a gravar juntos no futuro. Enquanto isso, ele se concentra no projeto Superjoint Ritual enquanto que os irmãos Dimebag e Vinnie estão trabalhando com o Damageplan.
Declarações um tanto quanto ofensivas de ambos os lados, entretanto, fez com os fãs perdessem de vez as esperanças de ver o Pantera unido novamente. Mesmo assim, o grupo continua sendo um dos mais importantes da história do Heavy Metal
Composição: Desconhecido
Saga Obscura
O trato não foi cumprido
Há escuridão em minha alma
Eu quero morrer novamente
Uma alma vazia coberta pela escuridão
Sozinho e confuso, o que sou eu?
Flash de imagens, lembranças exaustas
Ele levou minha vida, malditas suas mentiras
Lute filho do maldito
Traga os céus para baixo
Destrua os portões, queime-os
Você deve aceitar
o destino que escolheu
Você irá obedecer ao seu destino
Eu me iludi por amor
Amor incondicional
Agora apenas para ver seu rosto
Eu perdi tudo
Eu sei que há bondade em mim
Embora eu não seja o mesmo
Eu desafiarei o mestre
Eu recusarei ser seu escravo
Não, eu fui traído, não posso aceitar isto
Meu futuro é obscuro, é uma mentira
Eu seguirei meu coração
Fique e terá valor
A maldição será levada, eu sobreviverei

ICED EARTH-BIOGRAFIA
Alguns não aguentaram a pressão e acabaram voltando para casa. O tempo passou e somente em 1989, já batizado definitivamente como Iced Earth, o grupo conseguiu os primeiros passos corretos na carreira. Cerca de mil cópias da demo tape "Enter The Realm" foram distribuídas, com vários exemplares sendo encaminhados para gravadoras nos Estados Unidos e Europa. A gravadora alemã Century Media se interessou pelo som tradicional do Iced Earth e o contrato foi fechado, mesmo com as propostas de gravadoras relativamente maiores na época como a Combat Records e a Roadrunner. O disco inicial, "Iced Earth", lançado em 90 garantiu uma tour européia ao lado do grupo alemão Blind Guardian, com quem a banda norte-americana estabeleceria uma forte amizade. As vendas foram boas na Europa e, dois anos depois, "Night Of The Stormrider" manteve o nome do grupo em evidência com outra escursão pelo Velho Mundo com o Blind Guardian e uma vendagem excelente no Japão. O crescimento de fato se deu a partir de 1995, quando o guitarrista e líder Jon Schaffer recrutou o excelente vocalista Matthew Barlow. Suas qualidades destacaram-se logo no seu trabalho de estréia, "Burnt Offerings", um disco que ampliou ainda mais os horizontes do grupo que conseguiu, finalmente, o reconhecimento no seu próprio país. No ano seguinte, "The Dark Saga" combinou melodias vocais intensas e riffs de guitarra incomparáveis, assegurando Schaffer como um dos principais compositores metálicos da década. A arte da capa, feita por Todd McFarlane (o criador de Spawn), foi outro ponto positivo. Até esta fase da banda Schaffer não teve sorte com bateristas, várias pessoas ocuparam a vaga mas nunca agradaram ao "chefe". Cansado de esperar o baterista ideal, ele passou a trabalhar com um músico contratado, Mark Prator. Do estúdio para os palcos, o Iced Earth ampliou consideravelmente sua legião de fãs ao redor do planeta, com apresentações memoráveis em festivais europeus. Isso tudo fez aumentar a curiosidade do público sobre o grupo e a busca por raridades, gravações não utilizadas e pelos dois primeiros discos, "Iced Earth" e "Night Of The Stormrider". Isso motivou Schaffer e seus companheiros a lançarem "Days Of Purgatory", um disco cheio de peças para os fãs e faixas da sua primeira demo tape, "Enter The Realm". O título do álbum é uma referência ao nome original da banda. Incansável, o Iced Earth lançou "Something Wicked This Way Comes", um disco que alterna momentos de intenso sentimento com faixas arrasa-quarteirão e, até hoje, o trabalho mais apreciado pelos fãs. Um CD onde as influências e raízes da banda, que vão desde o metal tradicional ao thrash, são quase palpáveis. Outra vez a preocupação com a qualidade não se limitou à música e a capa ganhou tratamento especial. Greg Capullo (que colaborou com McFarlane em "The Dark Saga") e Travis Smith capricharam no design da capa. Na verdade, o visual tem muita importância para o Iced Earth, que vê nas fotografias, no encarte, nas capas dos seus discos - e até mesmo no próprio visual dos músicos - algo tão importante quanto o que é produzido musicalmente. Foi em "Something Wicked..." que o guitarrista Larry Tarnowski entrou para a história da banda, tendo sido contratado para gravar todos os solos. A técnica do músico impressionou tanto que ele foi chamado para tocar na tour seguinte e seu nome já apareceu como membro oficial do grupo no álbum que viria a ser lançado. Gravado na Grécia, o álbum triplo "Alive In Athens" tornou-se um clássico e imperdível para qualquer fã de música pesada. Certamente, o disco já pode ser classificado como um dos melhores em toda a história do heavy metal, ao lado de "Live Evil" (Black Sabbath), "Live After Death" (Iron Maiden) e "Alive" (Kiss). O sucesso foi tanto que o álbum ganhou Disco de Ouro na Grécia, algo que não acontecia para uma banda metal desde 1992, quando "Fear Of The Dark", do Iron Maiden, obteve a honraria. Depois disso, finalmente a banda tirou férias. Mas Jon Schaffer não parou suas atividades e, junto com o vocalista do Blind Guardian, Hansi Kursch, lançou o projeto paralelo Demons & Wizards. Depois de alguns shows com o projeto, Schaffer reuniu os companheiros no segundo semestre de 2000 para gravar "Horror Show", já com Steve Di Giorgio (ex-Death, Testament e Sadus) no baixo e Richard Christy (Demons & Wizards e Control Denied) na bateria. Como o lançamento do disco foi programado apenas para a metade de 2001, a banda lançou "The Melancholy EP" para saciar a sede dos fãs. Reunindo duas faixas de “Something Wicked This Way Comes” e uma do disco “The Dark Saga”, o EP conta ainda com uma faixa que não entrou em "Alive In Athens" e covers de Judas Priest, Black Sabbath e Bad Company. Finalmente, em 2001 a banda lança “The Horror Show”, um álbum considerado “temático”, já que as letras tratam de lendas e conto s de terror que fizeram parte da infância dos integrantes, tais como Drácula, Frankstein,a múmia, Jack “O Estripador”, entre outros. | ||
Composição: Desconhecido
PAINKILLER
Mais rápido que uma bala
Um grito apavorante
Enfurecido e cheio de raiva
Ele é metade homem, metade máquina
Cavalgando o Monstro de Metal
Respirando fogo e fumaça
Aproximando-se com vingança num vôo arrojado
Ele é o Painkiller
Esse é o Painkiller
Planetas devastados
A raça humana de joelhos
Um salvador vem dos céus
Em resposta ao apelo deles
Atravessando ferventes nuvens de trovão
Explodindo parafusos de aço
O mal desce em círculos mortais
Ele é o Painkiller
Esse é o Painkiller
Mais rápido que uma bala laser
Mais barulhento que uma bomba atômica
O cromo blindado, metal em ebulição
Mais luminoso do que mil sóis
Voando alto na captura
Fortalecido, livre e valente
Nunca mais capturado
Eles foram levados de volta á sepultura
Com a humanidade ressuscitada
Sobreviver eternamente ao
Retorno do Armageddon nos céus
Ele é o Painkiller
Isso é o Painkiller
Asas de aço - Painkiller
Círculos mortais - Painkiller
JUDAS PRIEST-BIOGRAFIA
Já no início do ano seguinte, 1971, fizeram seu primeiro show com essa formação, que não durou muito: John Ellis deixou a banda sendo substituído por Alan "Skip" Moore. Moore deu lugar a Chris "Congo" Campbell no mesmo ano. Em 1973, a namorada de Ian, Sue Halford (hoje, sua esposa), sugeriu que seu irmão substituísse Atkins que vinha apresentando problemas ameaçando acabar com a banda. Rob Halford se encaixou perfeitamente à banda, e trouxe consigo o baterista John Hinch que tocava com ele no Hiroshima. O guitarrista Glenn Tipton foi contratado para encorpar o som da banda. Com essa formação, lançaram seu álbum de estréia, Rocka Rolla, que não agradou muito a banda, já que foi mal produzido. Mesmo assim, foi lançado com sucesso. Em 1975, com a apresentação no Reading Festival, o Judas se firmou no cenário heavy metal britânico, trazendo uma música pesada, com energia e empolgação, sem contar o visual da banda, não muito comum na época. Conquistavam fãs por onde passavam. Logo depois da apresentação no Reading Festival, Alan Moore (bateria) volta para o Judas, para a gravação de Sad Wings of Destiny, de 1976. O terceiro álbum, Sin After Sin, foi produzido por Roger Glover (Deep Purple) e lançado em 1977. Foi nesse mesmo ano a primeira turnê americana da banda. No ano seguinte, sai Stained Class. Hell Bent For Leaher de 1979 é lançado no Reino Unido com outro nome: Killing Machine. Esse lançamento promoveu o título de "capitão" da New Wave Of British Heavy Metal para o Judas. Ainda nesse ano, mais mudanças na bateria da banda: sai Les Binks e entra Dave Holland. O ano de 1980 marca o lançamento de British Steel e a apresentação no Castle Donnington "Monsters Of Rock". O oitavo álbum Point Of Entry de 1981 traz um Judas mais "progressivo", um pouco diferente, o que causa certo descontentamento entre os fãs mais radicais. As vendas são ótimas, provando que o Judas continua com tudo. O disco de platina e o reconheciemto mundial da banda vem com o lançamento de Screaming For Vengeance de 1982. Os álbuns seguintes também foram ótimos, seguidos de longas turnês, mas a maioria dos fãs e a crítica pensa que eles não conseguiram a mesma façanha do lançamento de Screaming.... Em 1986, o lançamento de Turbo causa reações diversas nos fãs, pois tazia alguns efeitos eletrônicos... A banda sai em turnê mais uma vez. Em 1988, com o álbum Ram It Down, os fãs sentem uma volta aos bons velhos tempos, mas a mídia, impiedosa, não acredita mais na força do Judas. No ano seguinte, o Judas foi processado pela família de dois jovens que haviam cometido suicídio alguns anos atrás, supostamente incitados pelas músicas da banda. A família pedia 6 milhões de dólares como indenização! Depois de alguns meses, o Juiz decidiu que a morte dos garotos não era responsabilidade da banda...mas esses contratempos custaram o cancelamento de alguns shows que estavam agendados... Nesse mesmo ano, Scott Travis (bateria, recém-saído do Racer X) junta-se ao Judas Priest. Travis deu um gás à banda, que gravou o aclamado Painkiller. A turnê de Painkiller chega ao Brasil em 1991, quando a banda se apresenta no Rock In Rio II. No ano seguinte, Rob Halford anuncia que vai sair do Judas e leva o baterista Scott Travis para formar o Fight. Em 1993, o Fight lança seu álbum de estréia, War Of Words enquanto o Judas, ainda sem vocalista, não sabe que rumo tomar... Fala-se no fim do Judas Priest. Dois anos mais tarde, o Judas começa a procurar um vocalista e Travis volta à banda, já que o Fight havia acabado. Em 1996, Tim Owens assume os vocais e nesse mesmo ano lançam Jugulator. Ainda nesse ano, Glenn Tipton grava seu primeiro álbum solo, Baptizm Of Fire, onde também faz os vocais. Esse álbum é lançado no início de 97. Jugulator é um ótimo álbum, pesado, misturando heavy e thrash metal, num estilo diferente do Judas tradicional. O novo vocalista prova a que veio, apesar de muitos acharem que ele não passa de um cover de Rob Halford (na verdade ele tocava numa banda que fazia covers do Judas Priest). O ano de 1998 é marcado pelo lançamento do álbum duplo ao vivo 98'Live Meltdown, que traz os grandes sucessos da banda cantados por Ripper Owens. O próximo trabalho inédito da banda sairia somente 3 anos depois, mas toda essa espera valeu a pena. Pois apesar de flertar um pouco com o industrial e o eletrônico, a essência de “Demolition” é o Heavy Metal vigoroso, cheio de fúria, com guitarras distorcidas, vocais agudos e solos rápidos, no melhor estilo Judas Priest. O ano de 2001 ainda ficou marcado pelo lançamento do filme “Rock Star”, baseado na vida do vocalista Ripper Owens e por mais uma passagem avassaladora do grupo aqui no Brasil. Pouco depois, aconteceu o inesperado: Owens foi dispensado e Rob Halford voltou ao Judas Priest. Atualmente a banda já está trabalhando em material inédito com a formação clássica e tocando ao vivo. Já Owens passou a integrar o Iced Earth. | ||
Composição: Desconhecido
Cavalgar o Relâmpago
Acusado como culpado
Mas diabos, isto não está certo
Há alguma outra pessoa me controlando
Morte no ar
Amarrado à cadeira elétrica
Isto não pode estar acontecendo a mim
Quem te nomeou Deus para dizer
"Eu tirarei sua vida de você"
Brilho diante de meus olhos
Agora é hora de morrer
Queimando em meu cérebro
Eu posso sentir as chamas
Esperar pelo sinal
Para ligar a chave da morte
É o começo do fim
Suor, arrepio frio
Enquanto observo a morte se descortinar
Consciência minha única companheira
Meus dedos apertam com medo
O que estou fazendo aqui?
Alguém me ajude
Por favor Deus me ajude
Eles tentam me tomar tudo
Eu não quero morrer
O tempo passa devagar
Os minutos parecem horas
O último abrir de cortinas eu vejo
Quão real é isso?
Simplesmente termine
Se é verdade, deixe acontecer
Acordado pelo grito horrível
Libertado do sonho aterrorizante

METALLICA-BIOGRAFIA
Mustaine sai e o Metallica segue para Nova York, onde é gravado o primeiro LP, com Kirk Hammett (que era do Exodus) na guitarra. Kill' Em All mostra uma banda que tem velocidade, energia e algo mais do que as bandas do gênero vinham mostrando até então. Em 1984 sai o segundo, e muito esperado álbum, Ride the Lightning, que fica 50 semanas no Top 200 da Billboard, comprovando que o Metallica veio para ficar, não sendo apenas mais uma banda de heavy metal. Mais dois anos e é lançado Master of Puppets, que vende um milhão de cópias só nos Estados Unidos. Mas algo triste acontece: durante a primeira turnê européia, a banda sofre um acidente. O ônibus que os levava derrapa por causa do gelo, numa estrada sueca, causando a morte instantânea de Cliff Burton em 27 de Setembro de 1986. Apesar da perda, o Metallica resolve continuar e, algumas semanas mais tarde, encontram um novo baixista: Jason Newsted (ex-Flotsam & Jetsam), que se encaixa perfeitamente no som da banda. O Metallica retorna à Europa em 1987, para shows que acabaram sendo adiados por causa da morte de Cliff. A garagem de Lars é convertida num estúdio de ensaio, onde a banda grava Garage Days Revisited, cheio de covers (como Am I Evil? da banda preferida do metallica, o Diamond Head). Ainda neste ano , eles tocam no Donington Festival, o Monsters Of Rock original (eles haviam tocado lá em 85). No ano seguinte sai Cliff' Em All, um vídeo tributo ao baixista, e o quarto LP: ...And Justice For All, que bate recordes de vendas, levando a banda a uma turnê mundial (que, graças ao bom Deus, incluiu o Brasil, em 89). Em 91 sai Metallica ou ainda The Black Album (como também é chamado), que provoca diferentes opiniões, dividindo não só a crítica como os fãs. O som continua pesado, mas há algo de diferente, o que pode ser consequência do novo produtor da banda: Bob Rock (que trabalhou com o Bon Jovi). O disco, no entanto, é sucesso absoluto de vendas e a banda faz 300 shows pelo mundo entre agosto de 91 e julho de 93 (passando novamente aqui na terrinha em março de 93). Depois de um ano de férias coletivas, o Metallica participa do festival Lollapalooza e volta ao estúdio para gravar Load, que sai em 96. Na verdade, as gravações desse album renderam muitas músicas de modo que Reload , de 1997, é lançado com o rico material que restou (o que não quer dizer que sejam "sobras"!!! ) No ano de 1998 sai Garage Inc, um álbum duplo só com covers, entre elas: Whiskey In The Jar (Thin Lizzy), Tuesday's Gone (Lynyrd Skynyrd) e Die Die My Darling (The Misfits). Em maio de 99, o Metallica vem para shows no Brasil depois de 6 anos e apesar da reação adversa dos fãs, frente às mudanças da banda, os ingressos logo se esgotam. Sempre surpreendendo, a banda anuncia em 1999 a gravação de “S & M”, um álbum ao vivo, porém, com uma orquestra inteira acompanhando-os no palco. O resultado dos novos arranjos, misturando guitarras distorcidas com violinos foi muito positivo e a balada “Nothing Else Mathers” virou até vídeo clip. Logo a seguir, o baixista Jason Newsted resolveu deixar o Metallica, segundo ele, por falta de liberdade na hora de compor e insatisfação com o direcionamento musical que vinham seguindo. Pouco depois, James Hetfield se internou em uma clínica de reabilitação e a banda ficou alguns anos parada. Em 2003, o Metallica volta com tudo. O baixista Robert Trujillo (Suicidal Tendencies e Ozzy Osbourne) é escalado para ocupar as quatro cordas e o inédito "St. Anger" é lançado. Muito mais pesado do que os últimos trabalhos do grupo, esse álbum traz de volta o peso e a agressividade ao som do Metallica. Ainda nesse ano, o grupo se apresentou na cidade de Paris e, lançou em 2004 um CD ao vivo desse show, reunindo os principais sucessos da carreira. Em 2005, o documentário, “Some Kind Of Monster” foi lançado em DVD em uma edição dupla, trazendo sete horas de bônus, entrevistas com os integrantes da banda, 40 cenas adicionais, comentários dos diretores, além de aparições do Metallica em festivais e premiações. Além do DVD, o documentário ganhou também uma versão literária. Escrito por Joe Berlinger, o livro recebeu o nome de “This Monster Lives”. | ||